|




Nasceu em Oliveira do Hospital, e reside desde há cerca de 45 anos em Coimbra, onde estudou e se licenciou em enfermagem - área de saúde mental, com pós-graduação em Administração.
Já casado, e como trabalhador-estudante, frequentou o Curso de Direito na Universidade de Coimbra, que não chegou a concluir, por razões de ordem profissional e familiar.
Exerceu o cargo de chefia na área hospitalar e, mais tarde, optou pela carreira do Ensino de Enfermagem, que exerceu durante cerca de 20 ano, e até á sua aposentação.
Começou a escrever alguns poemas numa fase algo crítica da sua vida - falecimento trágico e inesperado de sua esposa, em 2003 - cujos poemas agrupou num pequeno livro - "Desabafos" - (edição impressa por processo informatizado, expressamente feita para familiares e amigos íntimos), e que foram essencialmente escritos em memória da mulher com quem viveu 42 anos de um casamento muito feliz.
Nesses poemas, se incluem "Triste Madrugada", "Cravo Vermelho" e "A minha Dor", entre outros. Porém, só a partir de meados de 2006 se dedicou mais à poesia, tendo colocado na Internet, em 27 de Julho desse ano, o Site "Ventos que Passam": www.ventosquepassam.com.br
É membro efectivo de:
-"Recanto das Letras" - Poesias… Contos…Crónicas";
-Casa da Cultura, Literatura e Poesia, Org.Br.,
- "AVSPE" - Academia Virtual Sala de Poetas e Escritores.
Não tem trabalhos publicados; sairá em breve a sua primeira publicação numa Antologia, e tem em perspectiva a edição de um Livro de Poesia.
Tendencialmente mais voltado para temas em predomina a saudade, o amor, a nostalgia… - talvez em virtude do seu temperamento romântico e sentimental - é apesar disso, uma pessoa de espírito jovem, divertido, escrevendo também alguns temas sob a forma de "trocadilho, paródia, cordel", etc.
Participa semanalmente no Programa "Rádio ao Vivo" de Arethuza Vianna, na Rádio Novo Nordeste - de Arapiraca - Alagoas (Brasil), onde apresenta o quadro "Eu…Você e a Poesia".

O Poeta e a Primavera
(Fernando Reis Costa)
Começa a Primavera... E que alegria!
Abrem-se os corações, brotam as flores,
E os poetas, nas canções da poesia,
Mais inspirados estão com seus amores!...
Cantam mais alto, em verso, os seus louvores!
E aos seus amores, em grande apologia,
Doam versos em forma de flores
De toda a Primavera deste dia!
Renasce a Primavera! E, na poesia,
Os cânticos d'amor e de saudade!
-E quanta dor e pranto, e nostalgia...
O poeta transforma em alegria
Nos versos d'amor e d'amizade
Da sua Primavera: - a Poesia!...
Fernando Reis Costa
Março / 2007

Emoções de Um Poeta
(Fernando Reis Costa)
Escrevo versos sem rimas procuradas;
Palavras que são a voz do coração;
E quantas vezes com lágrimas choradas
Em momentos de extrema solidão!
Como poeta, tenho a sensação,
Que a vida é como um jogo: ou tudo ou nada:
Às vezes...É de alegria a emoção;
Outras...de nostalgia indesejada!...
Na poesia mora a dor e o encanto:
-Dois extremos da emoção vivenciada,
Num misto d’alegria, amor e pranto...
E os meus versos, assim, de parca rima,
Dessa emoção, eles são a minha sina...
São como eu sou: – só isso e mais nada!

A Ti, Mulher!...
Fernando Reis Costa
A ti, Mulher...
Que nasceste para amar e ser amada,
Criada para dar vida à própria vida;
E que és ainda tantas vezes maltratada
Nesta sociedade louca, corroída…
A ti, Mulher…
Que negados vês ainda alguns direitos
E te oprimem da suma liberdade
Como se fosses serva fiel da sociedade
Neste mundo sujo em preconceitos…
A ti, Mulher…
Que pela natureza és uma bênção querida…
E em teu peito tens o leito e dás guarida
À ternura, ao carinho e ao amor…
A ti, Mulher…
Quero exaltar o teu real valor…
Não hoje simplesmente, aqui, agora!
Mas…que o Dia da Mulher – o seja sempre:
-Hoje, amanhã, e a toda a hora,
E te libertes das garras do furor
Desta sociedade incompetente e corrompida!
A ti, mulher…
Baixa, alta, branca, negra, magra, obesa…
Flor, fruto e semente que dás vida à própria vida;
Que és do carinho e do amor rainha de beleza
Obra-prima e divina da própria Natureza…
Mulher, filha, esposa, mãe ou avó querida…
A ti, Mulher…
-E sem favor - … Eu quero exaltar
Nos versos que declamo em teu louvor:
-Curvo-me perante ti, Mulher, por seres quem és!
-Deixo estes humildes versos a teus pés
E neles… cada palavra é uma flor!
Fernando Reis Costa
Visite
o site do autor:
www.ventosquepassam.com.br

|